REFLEXSONS


A beleza agradável e o frio em Curitiba

Final de julho, inverno já bem presente, temperaturas entre 8 e 18 graus. Noites maiores, dias clareando tarde. Por volta das sete horas da manhã, ainda estava escuro, dependendo da quantidade de neblina. Conhecendo, passeando, desfrutando daquela linda cidade. Pense num lugar bonito de se ver! Dá gosto de passear pelas ruas do centro, com prédios antigos, históricos e monumentos conservados. Praças bonitas e avenidas limpas.

Trânsito de grande cidade, com alguns engarrafamentos esperados, em horários de pico, mas, nada estressante demais e, para minha surpresa, pouquíssimos motoristas buzinando. Sistema de transporte urbano bastante funcional, com faixas exclusivas por toda a cidade. Outra agradável surpresa: a atenção do povo com os visitantes. Sempre que precisei de alguma informação, nas ruas, nos shoppings, nos estabelecimentos comerciais, fui atendido com presteza e educação, sem afetações ou caras feias. Vale salientar a elegância da população, não só nos modos, mas também no trajar. Homens e mulheres, em sua maioria muito bem vestidos, com roupas e calçados de inverno, tornando o ambiente urbano ainda mais agradável. 


Estranhei também a pouca quantidade de motos no trânsito, se comparado a outras grandes capitais. E os parques da cidade? Muitos parques, distribuídos em vários locais e com vários temas diferentes. Lugares de beleza deslumbrante, agradáveis, bem cuidados e estruturados, parecem se oferecer aos moradores, como se fossem ilhas de beleza e tranquilidade, para serem curtidos aos poucos e desejar que o tempo parasse para se aproveitar mais cada paisagem.





E o melhor de tudo: o uso rotineiro e bem aplicado de expressões como: “com licença”, “desculpe”, “obrigado”, “por favor”, “pois não”, tornando o convívio entre as pessoas bem melhor e aprazível. Isso é Curitiba, nesse nosso querido Brasil de tanta diversidade e contrastes. São passeios lindos de trem, ônibus ou simplesmente caminhando, sentindo o frio no rosto e compartilhando da cidade e seus habitantes. Cinco dias é pouco pra tanta beleza. Mas suficiente para deixar saudade e vontade de voltar outras vezes mais.




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